DR PAULO SOLANO
A cirurgia de prótese de mama, ou mamoplastia de aumento, aumenta o volume mamário com o uso de implantes de silicone. É uma das cirurgias mais realizadas no Brasil e uma das que mais dependem de planejamento individual: o mesmo implante produz resultados diferentes em pacientes diferentes.
A avaliação considera cada caso individualmente, mas as situações mais comuns são:
Quando há queda mamária associada, o implante isolado pode não corrigir a posição da mama. Nesses casos, a avaliação costuma incluir a possibilidade de mastopexia, com ou sem prótese.
Algumas situações levam a adiar ou contraindicar o procedimento: peso instável ou emagrecimento em curso, gestação ou amamentação recente sem estabilização das mamas, tabagismo ativo, condições clínicas descompensadas e alterações mamárias em investigação. Tabagismo merece destaque, porque interfere na cicatrização e aumenta o risco de complicações — a orientação de suspensão é discutida no pré-operatório.
A escolha combina os objetivos da paciente com as características anatômicas da mama e do tórax. Na consulta são avaliados a base mamária, a distância entre as mamas, a espessura dos tecidos que recobrem o implante e o grau de flacidez. A partir disso se define, entre as opções compatíveis com a anatomia, o volume, o perfil, o formato e o plano de posicionamento.
A espessura dos tecidos é um dos fatores considerados na escolha do plano, junto com a anatomia da mama, o grau de flacidez, as características do implante e os objetivos cirúrgicos. Quando há menor cobertura de tecidos, pode ser considerado um plano que ofereça maior cobertura do implante, se for adequado ao caso.
A posição da cicatriz depende da via de acesso e da anatomia da paciente. Entre as possibilidades está a incisão no sulco abaixo da mama e, em situações selecionadas, outras vias. A escolha considera o tipo de implante, os tecidos disponíveis e o planejamento cirúrgico. A aparência final da cicatriz varia de pessoa para pessoa.
O procedimento é realizado em ambiente hospitalar. Na prática do Dr. Paulo Solano, a mamoplastia de aumento é feita sob anestesia geral.
Nos primeiros dias há desconforto e limitação de movimento dos braços, controlados com a medicação prescrita. Na primeira semana costuma ser necessário evitar esforços e movimentos amplos dos braços.
O retorno às atividades depende de fatores concretos: o plano em que o implante foi posicionado, a extensão do procedimento, o tipo de trabalho e a evolução individual. Quem trabalha sentado tem demanda física diferente de quem permanece horas em pé ou faz esforço com os braços, e isso muda o prazo. Exercícios de impacto e de membros superiores são liberados em consulta de acompanhamento, não por prazo padronizado.
O resultado não é imediato. A mama passa por acomodação progressiva ao longo de semanas, e a avaliação do formato se torna mais adequada depois desse período.
Como toda cirurgia e como todo implante, a mamoplastia de aumento envolve riscos. Entre eles estão sangramento, infecção, seroma, alterações de sensibilidade, cicatrização desfavorável, assimetria, contratura capsular, ruptura do implante e possibilidade de nova cirurgia. Existem também complicações raras relacionadas à cápsula que se forma ao redor dos implantes, discutidas na consulta conforme o tipo de prótese e o histórico da paciente.
Implantes mamários exigem acompanhamento ao longo do tempo e não devem ser considerados dispositivos definitivos. A necessidade e a periodicidade de exames de imagem dependem do tipo de implante, do tempo desde a cirurgia, da presença de sintomas e das recomendações vigentes, sem substituir o rastreamento habitual das mamas.
DÚVIDAS
A prótese não é, por si só, uma contraindicação à amamentação. Ainda assim, qualquer cirurgia mamária pode afetar nervos e ductos, e a capacidade de amamentar varia conforme a técnica, a via de acesso e características individuais. Quando há intenção de gestação futura, isso é considerado no planejamento.
Não existe prazo fixo de validade. A troca é indicada quando há alteração do implante ou da mama, identificada em acompanhamento clínico e de imagem.
O exame continua sendo realizado, com técnicas específicas para pacientes com implante. É importante informar o serviço de radiologia antes.
Sim, e isso faz parte da decisão. Alterações da mama ao longo da vida, gestações, variações de peso e situações relacionadas ao próprio implante podem levar a uma nova cirurgia.
Depende do plano em que o implante foi posicionado, do tipo de exercício e da sua evolução. A liberação é feita em consulta.
As consultas são realizadas em Florianópolis. O exame físico permite avaliar a anatomia, o histórico clínico e os objetivos da paciente antes de definir se há indicação cirúrgica e qual abordagem pode ser considerada.
DOUTOR
CRM 24581 / RQE 15249
-DR. PAULO SOLANO
EQUIPE
A atenção e a qualidade refletem o comprometimento de uma equipe que preza pela excelência de um atendimento respeitoso, empático, responsável e ético.
Nós nos responsabilizamos no fornecimento e na clareza das orientações, na segurança em cada decisão e no acompanhamento responsável em cada etapa do processo cirúrgico.
Mais do que profissionais, somos seres humanos comprometidos em proporcionar um ambiente seguro e ético pautado na admiração e na confiança.
Nosso desejo é que você se sinta acolhida em cada etapa.
CLÍNICA SOLANO
Em nossa clínica você encontrará um ambiente que combina comodidade, segurança e uma atmosfera acolhedora. Com instalações e tecnologias modernas, trabalhamos para que sua experiência seja confortável e tranquila. Estamos comprometidos em proporcionar um atendimento padronizado, onde cada paciente é recebido com atenção e tratamento personalizado. Seja bem-vindo a um espaço onde o conforto e a inovação se encontram para atender às suas necessidades de forma completa e satisfatória.





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